sexta-feira, 17 de janeiro de 2020
sexta-feira, 19 de julho de 2019
Gaspar Campello, história e reposição como Patrono da Escola de Campelos
Texto Publicado no Jornal Badaladas:
O Juiz Gaspar Campello, as
suas ligações ao Oeste e, a reposição como Patrono da Escola de Campelos.
Os anciãos da localidade de Campelos ouviram os seus
antepassados dizerem que Campelos foi fundado por Gaspar Campelo e, esta
memória colectiva chegou-nos até ao presente.
Pesquisando estas pistas sabemos hoje como factos históricos
confirmados que Gaspar Campello deve ter
nascido em Braga e que se formou como Bacharel em Leis pela Universidade de
Salamanca, em 27/5/1536[1].
Em «31 de Janeiro de
1573 servia em Torres Vedras, como juiz de Fora».[2](Juiz de Fora é o equivalente a Presidente de
Câmara), em 1577 era Juiz de Fora de Leiria[3].
Em 1578 é Juiz do Crime de
Lisboa e nessa qualidade participa activamente nas cerimónias fúnebres do Rei
D. Sebastião, em 27/8/1578[4],
levando, e partindo, um escudo negro, como descreve Miguel de Moura:
«(…)forão athe ao meio da Rua Nova, aonde logo
alevantou outro o Licenciado Gaspar Campello, Juiz do Crime, que levou athe ao Rocio,
nas escadas do Hospital, aonde o quebrou com as mesmas palavras e cerimónias
dos outros (…) chorai, senhores, chorai, cidadãos, chorai, chorai, povo, a
morte do vosso Rei D. Sebastião (…)»
Nos
anos de 1582 e 1583 encontramo-lo em Lisboa, nos registos de baptismo de Santa
Justa como padrinho, e como Juiz[5].
Em
1588 continuava a ser Juiz do Crime, há uma consulta, em 22 de Fevereiro desse
ano “sobre as pessoas que se nomeão para
tomarem residência aos dous Corregedores do Crime desta cidade e ao Juiz do
Crime o Licenciado Gaspar Campello”[6]
A memória colectiva local diz-nos que o Campello era um
fugitivo, tinha roubado o cunho com que o rei fazia as moedas, há uma
associação negativa ao homem.
Com as pesquisas entretanto recolhidas, parece-nos que
haverá alguma verdade no rasto da memória, e possivelmente o Gaspar Campello
era mesmo um fugitivo, não por ter roubado, mas sim por se ter envolvido com D.
António Prior do Crato, na sua última tentativa de chegar a Rei.
D. António, com o apoio da Rainha de Inglaterra, Isabel I,
vem na armada Inglesa, partindo de Plymouth em 18 de Abril de 1589, desembarcando
em Peniche a 23 de Maio, seguindo com destino a Lisboa, Francisco Caeiro escreveu:
«(…) os invasores caminharam pela Lourinhã em direcção a Torres
Vedras, onde já estavam a 29 de Maio, e seguiram depois por Loures a Alvalade
(Campo Grande). A maior parte da população fugira; ficaram quase só os que não
tinham que perder, sendo estes afinal, os que pelo caminho iam recebendo D.
António com maior curiosidade e simpatia, mas ao que parece, sem entusiasmo.
Alguns como o juiz Gaspar Campelo, obrigado ao desempenho das funções de
almotacé-mor, parece que o fizeram por coacção (...)» [7]
No mesmo sentido, dum envolvimento “forçado”, ou de pouco
entusiasmo, poder-se-á depreender da leitura
de livro de Veríssimo Serrão, que refere uma fonte manuscrita, onde verifica haver engano, de alguns autores,
numa confusão entre “Gaspares” em privilégios atribuídos por D. António, numa
nota de rodapé, ele corrige esse erro, escrevendo que: « (…)Gaspar Camelo de
Melo, vem citado como “Gaspar Campello” no “rol dos amigos” (…) »,[8]
ficamos assim a saber que o Gaspar Campelo estava fora da esfera das pessoas mais próximas de D.
António.
Na nossa opinião há uma adesão e empenhamento do Gaspar
Campello no apoio a D. António, pode não ter sido logo após a morte de D.
Sebastião, mas nesta última tentativa de 1589, julgamos que esteve em pleno e
de coração, são vários os documentos que o indiciam, onde destacamos um escrito
da época, de André Falcão de Resende, que também foi Juiz de Fora de Torres
Vedras, entre 1577 e 1579, ele terá sido um apoiante de livre vontade , «(…)
tomando muitas cargas que lhes mandava Gaspar Campello negociara com D. António
a entrega de mantimentos às tropas luso-inglesas, como tinha sido Juiz em
Torres Vedras e era muito conhecido nesta comarca, forçava a gente fraca, com
nome de almotacel moor para trazerem mantimentos aos ingleses (…) ».[9]
O mesmo nos sugere um outro documento transcrito por Paulo
Drumond Braga, ao estudar o crime, castigo e perdão em Torres Vedras, no
Reinado de D. Filipe II, encontrou “alguns torrienses acusados de terem apoiado
D. António, Prior do Crato”, e alguns perdões, e num deles com referência a
Gaspar Campello:
« (…)Em 1590, foram perdoados Paulo de Faria, pelo crime de
“ yr a dom antonio que foi prior do Crato quando veyo com os Ingrezes a este
Reino e acompanhar gaspar campello que ho seruja”, bem como Manuel Pires, da
Ribaldeira, de “culpa que teue na ocasião pasada dos Ingrezes e dom antonio”. [10]
Derrotadas as tropas inglesas, e a partida de D. António, o
rei D. Filipe I compensa os seus fiéis, como foi o caso do alcaide D. Martinho,
a quem agraciou como Conde de Torres Vedras, e, castiga os apoiantes de D.
António, veja-se “no dizer colorido de um
dos mais ricos cronistas dos acontecimentos, Pero Rodrigues Soares,
«desde Peniche ate ca Como en cascais e no termo de lixª, e
nesta cidade prendendo a destro e a sinestro en todos naõ se Reuoluendo mto
Tempo menistros portugueses senaõ en fazer Iustª nos tais mandando enforcar
asoutar degradar tomar fazendas» [11]
É neste quadro de perseguição aos apoiantes de D. António
que deve ter levado o Gaspar Campello a fazer alterações na sua vida, julgamos
que a partir desta data se refugiou na sua quinta no termo de Torres, dado que
a partir de 1589 não o voltaremos a encontrar nos registos das paróquias de
Lisboa, e em contraponto surge com maior frequência (5 vezes), nos registos de
S. Lourenço dos Francos; a última das quais em 1606 e uma vez na Vila de Torres
Vedras (1603).
A ligação do Juiz Gaspar Campello a Campelos
O primeiro e principal documento que liga o Gaspar Campello
à hipótese de ter fundado Campelos, está no A.N.T.T, Colegiada de Santa Maria.
Este documento já é uma transcrição do início do Séc. XIX, de um documento
original datado de Julho de 1587.
Pela sua importância na transição da memória para a
história, transcreve-se parte do documento, deixando a grafia de então
«17 de
Julho de 1587 = Nº = 54 = Diz que em
Lisboa, nas cazas do Dr. Gaspar Campello (…) foi ditto
ser verdade que tem huma Quinta no Termo
desta Villa aonde Xamão o Vale de Sacarias, em que elles tem huma Ermida, com
invocação de Nossa Senhora da Paz, que eles fizerão e agora pedem ao Sr. Arcebispo lhe desse licensa para nella se dizer a Missa. Sendo despaxado que obrigasem huma
Propriedade que rendeu 3000 reis cada anno para a fábrica della; (…). Nas
costas diz que hoje está derribada e que he Nossa Senhora da Paz; e em huma
Nota dentro diz que esta Quinta se xama hoje do Campello =»”[12]
Esta família Campello viveu nesta sua quinta, pois como já
referimos há vários registos nos livros da paróquia de S. Lourenço dos Francos,
concelho de Lourinhã, igreja a cerca de 3 km de Campelos, que durante alguns
séculos foi o templo de culto para os habitantes de Campelos e lugares próximos.
O Gaspar Campello foi nesta igreja padrinho de baptismos e
casamentos em 21 de Março de 1589, 16 de Janeiro de 1603, 9 de Outubro de 1605
e, 12 de Novembro de 1606.[13]
A esposa Vicência da Cunha foi nesta igreja madrinha em 1585,
1598, e duas vezes em 1601.
A 20 de Novembro de 1610 é sepultado na Igreja de S.
Lourenço dos Francos Gaspar da Cunha neto de Gaspar Campello.
A
reposição como patrono
Gaspar
Campello já foi o patrono da escola básica 2-3 de Campelos, por proposta do
saudoso professor Tomé Borges, mais tarde por força legal não foi possível
manter o nome, pois a denominação
do agrupamento de escolas e a denominação da respectiva escola sede não podiam coincidir, pelo que
alteraram a denominação da Escola Básica Gaspar Campello
para Escola Básica de Campelos.
Estão ultrapassados os
obstáculos legais que levaram à alteração do nome, uma vez que este Agrupamento
foi integrado noutro. Esta escola de Campelos está actualmente em situação idêntica
à da Escola Padre Francisco Soares, ambas fazem parte de um Agrupamento de
Escolas, respectivamente “Padre Vítor Melícias” e, “Madeira Torres”.
Com base nisso em reunião
pública da Câmara realizada em Campelos em 28/6/2016 apresentei uma proposta para
que a Câmara solicitasse superiormente a reposição do patrono à escola. O
Presidente de Câmara disse “nada ter a opor sendo seu entendimento que a
designação deverá ser atribuída a todo o complexo educativo e, nesse sentido,
incumbiu a Sra. Vice-Presidente Laura Rodrigues de apresentar proposta e
desenvolver o processo tendente, para que possa ser restabelecido o nome Gaspar
Campello à Escola e a todo o complexo Educativo, tendo em conta que se pretende
evocar o nome de uma pessoa que teve um papel importante na comunidade”.
A 21/5/2018 questionei por
email a Srª Vereadora da Educação sobre o ponto de situação deste assunto, que
assim respondeu no dia seguinte: “Encarrega-me a
Sra. Vereadora Laura Rodrigues de, em seu nome, agradecer a lembrança deste assunto e
informar que irá fazer o ponto de situação com a DGESTE, dando-lhe nota
posteriormente”. Não recebi mais informação, apesar de ter voltado a contactar.
Há 3 anos publiquei no jornal Badaladas um
texto sobre a reposição do patrono “Gaspar Campelo” à escola básica 2-3 de
Campelos, não o desejava, mas sinto-me obrigado a voltar a este assunto pela
mesma via. Para a maioria da população de Campelos a escola é conhecida como
escola Gaspar Campello e, é de elementar justiça um reconhecimento a Gaspar Campello,
pelos serviços públicos prestados, pela fundação de Campelos, e para que se
perpetue na memória e conhecimento dos actuais e futuros habitantes da região.
Apelo à Câmara Municipal e à Direcção do Agrupamento
de Escolas Padre Vítor Melícias para que junto das entidades competentes proponham
e lutem pela reposição deste patrono à escola.
[1] SERRÂO,
Joaquim Veríssimo, Portugueses no Estudo de Salamanca (1250-1550). Lisboa,
1962, p. 315
[3] REPOLHO,
Jorge Manuel, Convento de Santo Agostinho de Leiria, Contributos para a
Recuperação e Valorização dos Espaços Regulares Subsistentes, Tese de Mestrado,
Universidade de Évora, 2011, p. 27.
[4] (MOURA,
1840) Chronica do Cardeal Rei D. Henrique e a vida de Miguel de Moura, pp. 16,
19-21, 168.
[5] A.N.T.T. Registos Paroquias, baptismo 1,
Lisboa, Santa Justa
[6] REGO, A. da Silva (1866) Manuscritos da Ajuda
(guia), p.97
[7] CAEIRO, Francisco (1961) O Arcebispo Alberto de
Áustria, p. 178
[8] SERRÃO, Joaquim Verissimo (1956) O Reinado D.
António Prior do Crato, Volume I, p. 326, nota (16)
[9] A.N.T.T. Manuscritos da Livraria, cota 1147
[11] DRUMOND BRAGA, Paulo (2009) Torres Vedras no
Reinado de Filipe II p. 48
[13] A.N.T.T. Registos Paroquiais, Mistos 1,
Lourinhã, Miragaia.
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
O Apelido Severino, na Freguesia de Campelos, Torres Vedras
A maioria dos habitantes da freguesia
de Campelos com o apelido Severino descendem de Severino Damião (703), era
Almocreve, filho de José Damião e de Felicidade da Conceição, ambos da actual
freguesia da Silveira, Torres Vedras, casados por volta de 1850, viveram nos Casalinhos
de Alfaiate, e foram pais de pelo menos 5 filhos, entre 1850 e 1860. Sabemos de
4 filhos que casaram e viveram todos próximo de Campelos:
1
- Sebastião Severino, nasceu em 1850, casou em S. Pedro da Cadeira com Mariana
da Conceição, viúva, Exposta ou Engeitada da Roda de Lisboa, foram pais de Carlos João,
nascido a 1886, em Campelos, casou duas vezes, com Beatriz da Luz e com Maria
Alegria, foi pai de: Beatriz da Luz, David Severino e Luís Carlos Severino,
todos nascidos em Campelos, entre 1916 e 1927.
2
- Maria da Nazaré (1555), nasceu em 1853, casou em 1876, em S. Pedro da Cadeira,
com Ponciano Filipe, ou Passiano Filipe, Exposto ou Engeitado da Roda de Lisboa, nascido em
1844, criado por ama da freguesia do Carvalhal, Bombarral. Foram pais de pelo
menos 12 filhos, nascidos nos Casalinhos das Oliveiras, Campelos, e Quinta do
Bom Sucesso, entre 1877 e 1897, deste casal os filhos ficaram com o apelido Paciano.
3
- Maria do Nascimento (45), nascida em 1855, casou em 1873, na Igreja de Santa
Maria, Torres Vedras, com Manuel Francisco (43), nascido no Casal do Rocio,
Campelos, onde ficaram a residir e foram pais de 8 filhos, nascidos entre 1874
e 1891, na sua maioria com o apelido Francisco.
4
- João Severino, nascido em 1857, casou em 1888, na Igreja de Santa Maria,
Torres Vedras, com Maria das Dores
(1567), natural dos Casalinhos de Alfaiate, viveram em Campelos, onde foram
pais de 11 filhos, nascidos entre 1887 e 1912, dos quais 4 continuam com o
apelido Severino:
Luís Severino, desconhecemos se há descendência.
Joaquim Severino, casou com Maria da
Purificação e em Campelos, entre 1927 e 1931, foram pais de: Graciano Severino;
Noémia Severino, e Maria Alice Severino.
Laurentino Severino, casou com Florinda Maria,
e em Campelos, entre 1927 e 1940 foram pais de: dois José Laurentino Severino,
ambos falecidos em bébés; Maria Carmelinda Severino, Patrocínia Severino, Filomena
Severino, Adelaide Severino, e António Severino.
Carmelina Severino, casou em Torres Vedras,
com João Cardoso Menezes, barbeiro, e foram pais de Filomena Menezes, falecida
em Agosto de 2018.
Na freguesia de Campelos há mais pessoas
com o apelido Severino, todos descendentes de outros Severinos, do Severino
Luís, do Severino Martins, e do severino Rodrigues.
Severino Luiz (5436), Exposto do
Hospital de Lisboa, Casou em 20/9/1858, em S. Lourenço dos Francos, com
Gertrudes da Conceição, das Matas, Lourinhã, residiram na Marteleira, e tiveram
pelo menos 8 filhos, sabemos que 6 casaram e tiveram descendência naquela
localidade ou noutras próximas, e uma neta nascida na Ribeira de Palheiros, a
Ilda Severino, casou em 1926 com Adriano Faustino e foram pais de pelo menos 8
filhos, nascidos nos Casalinhos das Oliveiras.
Severino Martins (1279), filho de José
Martins, e de Maria da Conceição, nasceu em 1853, no Casal de S. Gião,
Campelos, casou a 1ª vez em 1874, com Mariana Luiza, do Casal da Amieira
Pequena, Campelos, viveram em Campelos, e foram pais de 8 filhos, nascidos entre
1875 e 1897, há um descendente que usa o apelido severino, o António Severino Martins,
que casou com Ermelinda da Piedade, dos Casais do Rijo, e é nesta localidade
que são pais de 4 filhos, nascidos entre 1917 e 1939, Severino Martins Santos, Mariana
dos Santos, Maria Severino dos Santos, e Francisco Severino Martins.
Severino Rodrigues (837) nasceu em Setembro
de 1795 nos Casal das Oliveiras, casou em Santa Maria, Torres Vedras, a 7/6/1819,
com Isabel da Conceição, dos Casais do Rijo, moraram no Casal das Oliveiras, e
foram pais de pelo menos 9 filhos, entre 1820 e 1843, dos quais dois ficam com
o apelido Severino; o Manuel Severino (865) nascido em 1820, casou em 1843 com
Gertrudes Piedade, da Ribeira de Palheiros, e forma pais de pelo menos 6 filhos,
e destes continuaram com esse apelido o António Severino (881), que casou e
ficou a morar na Ribeira de Palheiros e o Joaquim Severino, que casou e ficou a
morar no Casal Moinho, Moita dos Ferreiros.
Este apelido está também publicado neste Blog, na postagem II - Continuação da publicação de alguns apelidos da freguesia de Campelos, Torres Vedras, que vai no 37º apelido publicado.
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
Fotos cedidas pelo Padre Hermenegildo
Fotos cedidas pelo Padre Hermenegildo, e há mais individuais do grupo da Profissão de Fé, podem começar a identificar, esta 1ª foto é da Profissão de Fé de 1972.
Consultar link:
https://photos.app.goo.gl/RcoktW5vKV6sEwIG3
domingo, 19 de novembro de 2017
Telhas, Património Industrial de Campelos, e Outeiro da Cabeça, Torres Vedras
As telhas Marselhas, recebem este nome devido à cidade francesa do mesmo nome.
Serão originárias desta cidade do sul de França as primeiras telhas deste modelo, que a partir de meados do século XIX chegaram também a Portugal, como a muitas outras partes do mundo.
Esta telha foi uma das que veio no Sec. XIX para Lisboa

Conhecido o processo de fabrico e os fornos industriais para o devido "cozimento" também em Portugal se começou a produzir, mantendo o nome de telha Marselha, em Campelos existiu uma fábrica da qual conhecemos os seguintes modelos;



Se conhecerem mais modelos digam.
Mas como hoje estamos em União de Freguesias com Outeiro da Cabeça, eis as que conhecemos, como mais antigas, pois hoje continua a haver produção:











Se conhecerem mais modelos informem.
Temos ainda uns modelos da Cerâmica da Carrasqueira, e outras do concelho de Torres Vedras, que podem ficar para outra mensagem.
Serão originárias desta cidade do sul de França as primeiras telhas deste modelo, que a partir de meados do século XIX chegaram também a Portugal, como a muitas outras partes do mundo.
Esta telha foi uma das que veio no Sec. XIX para Lisboa
Conhecido o processo de fabrico e os fornos industriais para o devido "cozimento" também em Portugal se começou a produzir, mantendo o nome de telha Marselha, em Campelos existiu uma fábrica da qual conhecemos os seguintes modelos;
Se conhecerem mais modelos digam.
Mas como hoje estamos em União de Freguesias com Outeiro da Cabeça, eis as que conhecemos, como mais antigas, pois hoje continua a haver produção:
Se conhecerem mais modelos informem.
Temos ainda uns modelos da Cerâmica da Carrasqueira, e outras do concelho de Torres Vedras, que podem ficar para outra mensagem.
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terça-feira, 3 de outubro de 2017
Resultados eleitorais autárquicos, União das Freguesias de Campelos e Outeiro da Cabeça, concelho Torres Vedras
| Listas | Votos | % | eleitos | |
| 913 | 53,02 | 6 | ||
| PSD/CDS | 533 | 30,95 | 3 | |
| MSD | 119 | 6,91 | ||
| PCP-PEV | 78 | 4,53 | ||
| Inscritos | 3.116 | |||
| votantes | 1.722 | |||
| votantes | 55,26 | |||
| Fonte: | https://www.autarquicas2017.mai.gov.pt/# | |||
Resultados eleitorais autárquicos União das Freguesias de Campelo e Ovil, concelho de Baião
União das Freguesias de Campelo e
Ovil, Baião. Assembleia de Freguesia
| Listas | Votos | % | eleitos | ||
|
|
1462 | 69,29 | 7 | ||
| PSD/CDS | 541 | 25,64 | 2 | ||
| PCP-PEV | 35 | 1,66 | |||
| Inscritos | 3.373 | ||||
| votantes | 2.110 | ||||
| votantes | 62,56 | ||||
| Fonte: | https://www.autarquicas2017.mai.gov.pt/# | ||||
Resultados eleitorais, autárquicos Freguesia de Campelo, de Figueiró dos Vinhos, 2017
Freguesia de Campelo, Figueiró dos
Vinhos, Assembleia de Freguesia
| Listas | Votos | % | eleitos | |
| PSD/CDS | 94 | 63,51 | 5 | |
| PS | 48 | 32,43 | 2 | |
| PCP-PEV | 0 | 0 | ||
| Inscritos | 207 | |||
| votantes | 148 | |||
| votantes | 71,5 | |||
| Fonte | https://www.autarquicas2017.mai.gov.pt/# | |||
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