Dos descendentes do casal António de Sousa e Maria Gertrudes, dos quais conhecemos 4, a linha que vem para Campelos é do filho António de Sousa Barreto (4696), nascido em 1840, que casou e viveu em Casal Moinho, Moita dos Ferreiros, um filho deste casou e viveu na Ribeira de Palheiros, e outro em Campelos, o José de Sousa Barreto (4456), era ferreiro, casou com Maria da Piedade (4457), que era natural do Casal Moinho, Moita dos Ferreiros, tiveram pelo menos 6 filhos, entre 1907 e 1919, dos quais sabemos que 4 casaram e tiveram descendência, em Campelos.
13 - Junceira:
O apelido Junceira chega a Campelos vindo de Marteleira, embora não tenha a certeza de ser originariamente um apelido.
A Campelos não sabemos quando chega o Manuel António Junceira (3544), sabemos que nasceu em 1851, casou em 1875 com Maria da Piedade (990), e que em 1877 era sapateiro. Tiveram 10 filhos entre 1876 e 1901, dos quais pelo menos 6 casaram e tiveram descendência em Campelos e Casais do Rijo.
O Manuel António Junceira (3544) era filho de Manuel António Junceira (3545), natural da freguesia de Miragaia, Lourinhã e de Maria Teodora (3546) natural do Sr. Jesus de Carvalhal.
A Maria da Piedade (990) era filha de Manuel Lopes (986), e de Ana Maria (968), nasceu em Campelos em 1855, o apelido Lopes da parte do pai, foi abordado anteriormente.
Com pesquisas decorrentes do acesso online aos livros, é possível afirmar que o apelido Junceira deriva do local de nascimento. o Casal Junceira, da freguesia de Miragaia.
O pai do Manuel António Junceira (3544), que tinha o mesmo nome, nasceu no Casal Junceira em 1831, filho de António Bernardo (15803), natural de Miragaia e de Teresa de Jesus (15804), natural do Nadrupe, casados em 1799, foram pais de pelo menos 6 filhos, todos nascidos no Casal Junceira.
14 - Maceira:
Macieira ou Maceira, os dois apelidos misturam-se nas descendências, havendo mais Maceiras que Macieiras, na nossa base de dados.
Há também duas linhas diferentes uma em Campelos e outra em Cabeça Gorda, nesta ultima localidade a origem vem de Marteleira, a de Campelos vem de Maceira, hoje freguesia, mas então pertencente a A dos Cunhados.
A de Campelos tudo indica que o apelido surge pela proveniência da pessoa, pois a primeira pessoa que surge com este apelido e filho de Jose Ferreira (2169) que nascera em Maceira, A dos Cunhados em 1780, em que nenhum dos seus pais tem antecedentes com apelido Maceira, e a maioria dos seus avos também não, casou com Genoveva Maria (1491) em 1803, ela natural de Campelo, Santa Maria, deste casamento sabemos de três filhos, tendo um ocorrido em criança. O filho que ficou com o apelido Maceira (provavelmente alcunha do pai), foi o Antonio Maceira (2172), nascido em 1804, casou em 1825 com Ludevina Conceiçao (776), natural de Campelos, tiveram 6 filhos, dos quais dois casam e vivem em Campelos.
A família Maceira de Cabeça Gorda também não fica claro ser apelido próprio pois o pai da primeira pessoa a surgir com este apelido não o tem, encontramos o Jose Rodrigues Maceira (24609, filho de Antonio Rodrigues (2461), natural de Marteleira, Miragaia, Lourinha, a casar com Ana de Jesus (1835), natural da Carrasqueira, da mesma freguesia, tem três filhos , dos quais dois casam e ficando um deles a viver na Cabeça Gorda e dando continuidade a este apelido.
15- Lourenço:
Na nossa base de dados destacam-se três famílias com apelidos Lourenço, em Ribeira de Palheiros, Cabeça Gorda e Campelos, em todas elas o apelido provem de um ascendente com o primeiro nome Lourenço.
Assim para a família da Ribeira de Palheiros os descendentes provem de Lourenço Ferreira (4190), nascido nesta localidade em 1856, filho de Manuel Ferreira (4182) e de Felicidade Piedade (4181), casou com Andreza da Piedade (também da Ribeira de Palheiros) em 1881, e tiveram sete filhos, entre 1881 e 1896, e pelo menos seis casaram e a maioria continuou a viver na Ribeira de Palheiros.
A família de Cabeça Gorda descende de Lourenço Antonio (2445) nascido na Cabeça Gorda em 1787, filho de Francisco Antonio (2450) e de Joaquina Maria (2451), casou em 1810 com Maria Joana (886), natural de Casais do Rijo, deste casamento nascem seis filhos, entre 1811 e 1824, destes sabemos que pelo menos tres casaram e viveram nestas proximidades.
Os Lourenço de Campelos descendem de Lourenço Martins (1442), nascido no Amial, Ramalhal, filho de Bartolomeu Martins (394) e de Maria Joaquina (395), família referida anteriormente, nos Martins. Este nosso Lourenço casou em 1854 com Gertrudes Maria (380) natural de Campelos, filha de Joaquim Ferreira (377) e Luiza Maria (381), esta filha de Luiz Manuel (58) e de Luiza Maria (59), ligada pois ao apelido Luis também já referido anteriormente. Da união do Lourenço Martins (1442) com a Gertrudes Maria (380), sabemos que pelo menos nasceram 4 filhos, dos quais 3 casaram e viveram em Campelos, continuando geração.
16 - Machado:
O apelido Machado, que existe na Freguesia de Campelos, no actual conhecimento que temos, descendem, de Francisco Machado (356), que nos surge no Casal do Carneireiro, que talvez quisesse dizer que vendia carne, isto porque mais tarde também era denominado como Casal da Venda do Campelo, e ainda hoje existe a Rua da Fonte da Venda.
O Francisco Machado (356) não sabemos a sua origem, era casado com Maria Thomazia (357), que talvez seja da Ribeira de Palheiros, sabemos que tiveram pelo menos dois filhos a Maria Thomazia (2714) e o Francisco Machado (311), este nasceu no Casal do Carneireiro, casou com Maria Lourença (312), dos Casais do Rijo, viúva de Manuel Henriques, e tiveram pelo menos dois filhos, um deles o Manuel Machado (234) nascido em 1791, casou com Roza Maria (235) dos Casais o Rijo, e tiveram pelo menos 8 filhos, dos quais sabemos de quatro que casaram e tiveram descendência, continuando o apelido Machado pelo filho Antonio Machado (30).
Esta linhagem Machado nada tem a ver com o conhecido Vieira Machado ligado a Ribeira de Palheiros, mas uma vez que nesta área em estudo há muitas ligações com familiares deste, pelo lado materno, e como foi uma grande figura pública de Portugal, deixo algumas notas:
O Francisco Jose Viera Machado (11284) nasceu em Lisboa, em 1898, era filho de Francisco Jose Machado (11283), natural de Lagos e de Isabel Maria Vieira (11282) natural de Sanguinhal, Bombarral, mas o seu pai Joaquim Vieira, era da Ribeira de Palheiros.
O Dr. Vieira Machado, foi um ilustre Banqueiro e Politico. A nível profissional, na banca foi governador do Banco Nacional Ultramarino de 1951 a 1972, e recusou convite para ir para o Banco de Portugal. Ao nível Politico foi deputado 1935 a 1938, Subsecretario de Estado e Ministro das Colónias de 1934 a 1944.
Na Ribeira de Palheiros desenvolveu a agricultura e apoio diversas obras daquela localidade.
17 - Leonardo:
O apelido Leonardo, na área da Freguesia de Campelos, no actual conhecimento que temos, descende de Leonardo Gomes (1508) natural de Peniche e também ele filho de Leonardo Gomes (1509). O 1º casou em Santa Maria, Torres Vedras, em 1812 com Margarida Rosa (1252) nascida em Campelos, em 1789, filha de Faustino Francisco (1245) e Elena Maria (1249).
Esta família Leonardo Gomes e Margarida Rosa, tiveram pelo menos 8 filhos, dos quais sabemos que 3 constituíram família, o Jose Leonardo (1513), o Antonio Leonardo (1516) e o Joaquim Leonardo (1517), estes filhos deram pelo menos 14 netos entre 1852 e 1871, e por ai continuou a descendência dos Leonardos, ate aos dias de hoje.
18 - Faustino:
Na Freguesia de Campelos, no nosso actual conhecimento, há duas linhagens com o apelido Faustino, ambas descendentes de nomes próprios de antepassados, uns descendem de Faustino Francisco (1245), e estes são a maioria, e a mais antiga família com este apelido. O Faustino Francisco (1254) nasceu em 1754, nas Albergarias, filho de Pascoal Francisco (1231) e de Josepha Maria (1241), casou em 1784 com Elena Maria (1249), que era exposta do Hospital Real, tiveram pelo menos 8 filhos, pelo menos 3 casaram e continuam descendência, um já abordado no apelido Leonardo, outra foi viver para o Ramalhal, e o Manoel Faustino (1254) continua o apelido, por um dos seus 10 filhos, o Manoel Faustino (1392), que nasceu em 1836 e morreu em 1926, também ele teve 10 filhos com Maia Josefa (1401), que era natural do Ramalhal, foram filhos desta ultima família, entre outros: Jose Casemiro (2060), Augusto Faustino (1402), Jose Faustino (2188), Adelaide da Conceição (1583), Vicente Faustino (1593), Júlio Faustino (1594) e Amaro Faustino (1595), nascidos entre 1867 e 1884.
A outra linhagem descende de Faustino Martins (293), também ele nascido nas Albergarias, em 1803, filho de Sebastião Martins (301) e de Rosa Maria (683) e tinha mais 4 irmãos. O nosso Faustino Martins (293), casou Gertrudes da Piedade(294), em 1831, ela natural de Campelos, nascida em 1815, filha de Luciano da Costa (305) e de Anna Maria (306). O Faustino e a Gertrudes tiveram pelo menos 13 filhos, entre 1833 e 1858, dos quais sabemos que 6 casaram e ficaram a residir por estes lados, foram eles: Perpetua da Conceição (307), Jose Faustino (308), Francisco Faustino Martins (309), Maria Gertrudes (310), Antonio Martins (292), e Luciano Francisco (709), sabemos de pelo menos 26 netos.
19 - Baptista:
Na nossa base e dados o apelido Baptista é na sua larga maioria descendente de João Baptista (564), sabemos que nasceu em S. Gião (na área da actual Quinta do Bom Sucesso), não sabemos a sua data de nascimento, que deve ter sido entre 1756 e 1762, vemos isso pela data de casamento de seus pais, e a morte de sua mãe. Era filho de Manuel Luiz (546), nascido em S. Gião, e de Marcelina Maria (543), nascida em Pêro Moniz.
O S. Gião foi um Casal onde haveria uma estalagem, ou algo semelhante, por aqui passava a Estrada Real que ligava Lisboa ao Porto, como podemos ler em alguns roteiros da época, esta estrada foi depois substituída pela Nacional 8, dai o desaparecimento deste Casal, assim como o do Rocio. Estes Casais estavam junto a linhas de água, que em dias de muita chuva que não permitiam passar nos rios as pessoas tinham por vezes de pernoitar nestes locais.
Este João Baptista (564) casou em 1789 com Maria Josefa (565), do Casal Torneiro, Moita dos Ferreiros, tiveram pelo menos 8 filhos em S. Gião, Santa Maria, Torres Vedras, dos quais pelo menos 6 constituíram família, uns ficaram a viver no S. Gião outro nas Casal das Quintas, e outro no Casal das Oliveiras. Destes filhos há pelo menos 31 netos, que continuaram nas gerações seguintes a manter o apelido Baptista.
O mesmo João Baptista (564) foi nomeado Juiz de Ventena, em 17 de Junho de 1812, na reunião da Câmara Municipal de Torres Vedras, na acta podemos ler:
“E na mesma Vereação nomearão para Juiz de Ventena dos Campelos e distrito vizinho a João Baptista do Casal de S. Gião, visto que a ventena de Villa Facaia pela sua extensão se fazia preciso dividir-se ficando para a ventena de Villa Facaia e suas vizinhanças o antigo juiz Manuel Pedro, e para o de Campelos e suas vizinhanças o dito João Baptista, para deste modo não ter determento o Real Serviço.”
Juiz de Ventena era a pessoa nomeada pela Câmara para a recolha dos impostos
Encontramos também outras linhagem Baptista, uma na Ribeira de Palheiros, descendente de José Luis Baptista (7640) que vem do Vimeiro, Lourinhã, já no Sec XX.
E outra na Cabeça Gorda, proveniente de Stº Isidoro, Mafra, descendente de Francisco Baptista (8486), também já no Sec XX.
20 - Félix:
O apelido Félix surge na minha base dados com 4 origens, mas também em 4 localidades diferentes, podendo actualmente haver já algumas misturas, pois como já dissemos anteriormente o levantamento foi exaustivo só até 1945, ano da criação da freguesia de Campelos.
Em Campelos, onde há mais pessoas com o apelido Félix, são descendentes de Joaquim Félix (2124), que deve ter nascido no Casal das Albergarias de Baixo, onde nasceram os irmãos, e, em princípio no ano de 1845, pois no casamento diz 28 anos. É filho de Feliz Agostinho (2266), natural da Póvoa, A dos Cunhados, e de Joaquina Roza (2255), 2º casamento desta, natural de Nadrupe. Percebe-se pois que o apelido Félix deriva do primeiro nome de seu pai Feliz.
Este Joaquim Félix (2124), casou em 1873, com Gertrudes da Conceição (355), nascida em Campelos, em 1839, filha de Manuel Luciano (326) e de Maria Gertrudes (349), esta Maria Gertrudes é do Casal da Amieira da Cabeça Gorda, família dos Lopes, apelido já anteriormente descrito. Este casal Joaquim Félix e Gertrudes Conceição tiveram pelo menos cinco filhos, entre 1871 e 1879, dos quais sabemos de dois que se casaram o Luiz Félix (4706) e a Joaquina de Jesus (2538), tendo nascido 9 netos, pelo menos cinco com apelido Félix.
Em Casais do Rijo ou das Campainhas, alguns dos Félix descem de Jacinto Félix (5317), que vivia na Marteleira, o seu filho Manuel Jacinto Félix (5316) casou em 1920 com Luiza Maria Martins (4933), natural dos Casais do Rijo, filha de Antonio Martins (2117) e de Maria da Piedade Conceição (1789), o casal Félix teve pelo menos cinco filhos entre 1924 e 1937.
Em Cabeça Gorda alguns apelidos Félix provém de António Félix (4120) , o seu filho Francisco Félix (4119), nasceu em Pragança, Lourinhã, em 1867, e casou com Maria Gertrudes(3290) natural do Casal do Grilo, filha de Antonio Antunes (649) e de Gertrudes da Piedade (3140), no Casal do Grilo o Francisco e a Maria Gertrudes tiveram pelo menos 5 filhos, entre 1892 e 1903, todos casaram, tendo 4 continuado a viver no Casal do Grilo e um em Vila Facaia, sabemos de pelo menos 20 netos.
Na Ribeira de Palheiros há Félix descendentes de Francisco Félix (4791), natural de Ventosa, Lourinhã, filho de Félix Alexandre (4792), casou em 1918 com Antónia da Piedade (4790), natural da Ribeira de Palheiros, nascida em 1896, filha de Francisco Caseiro ( 3408) e de Gertrudes da Piedade (3407). Também aqui o apelido deriva dum nome próprio, o de seu pai Félix Alexandre.
O casal Francisco Félix e a Antónia, tiveram pelo menos cinco filhos, na Ribeira, entre 1919 e 1938.
21 - Matias:
O apelido Matias, é um dos mais comuns no lugar de Cabeça Gorda, pertencente actualmente às Freguesias de Campelos e da Marteleira.
Na nossa base de dados os Matias de Cabeça Gorda, e, como é normal já em outras localidades, são descendentes de Manuel Francisco Matias (2480) natural de Vale de Lobos, Miragaia, hoje freguesia de Marteleira, e parece-nos que o apelido Matias talvez não fosse inicialmente apelido, mas é uma dúvida que a continuação da pesquisa pode ajudar a desvendar.
Voltando ao nosso Manuel Francisco Matias (2480), casado com Maria Joanna (2481), tiveram pelo menos 3 filhos, o Manuel Francisco Mathias (3039); o Francisco Mathias (2475), e o Joaquim Francisco (2483), estes dois últimos casaram e viveram na Carrasqueira.
O Joaquim Francisco (2483) casou em 1838 com Maria da Conceição (3040), natural de Marteleira, e tiveram pelo menos 10 filhos, entre os quais dois rapazes gémeos que também continuaram descendência. Dos 10 filhos pelo menos 6 ficaram a viver nas proximidades e sabemos de pelo menos 49 netos.
Francisco Matias (2475) casou em 1845 com Joanna Maria (2449), natural de Cabeça Gorda, tiveram pelo menos 5 filhos, três dos quais sabemos que se casaram e viveram nas proximidades, e sabemos de pelo menos 22 netos.
Na base de dados há 930 pessoas descendentes e esposas, do Manuel Francisco Matias (2480)
Há uma família que é excepção a esta, e que provem de Vila Facaia, filhos de Matias Vicente (1578) viveram em Campelos, mas parece-me que actualmente não tem aqui descendentes a viver.
22 - Amaro:
Há na nossa base de dados duas linhagens com o apelido Amaro, uma em Campelos, e outra em Cabeça Gorda.
A de Campelos tem mais descendência conhecida, provém de José Amaro (28), cuja origem do apelido é para nós uma incógnita, pois nos ascendentes conhecidos não há ninguém com este apelido. Nasce em 1818, no Casal da Cleregueira, Bombarral, filho de Custódio Nunes (127), do casal do Rosario, Bombarral e de Maria Ignacia (128), do casal Vale Cuvas, Pêro Moniz, Cadaval. Porque em 1808 há um baptismo de uma criança deixada à porta deste casal, a quem foi dado o nome de José fica-nos esta dúvida se será este o José Amaro (28), mas no casamento deste e nos Baptismos dos filhos ele está sempre como filho do Custódio Nunes, mas também podia ter sido perfilhado, fica pois a dúvida, pois os seus irmãos mantiveram o apelido Nunes, cujo apelido já abordámos antes, e são familiares directos.
O Custódio Nunes, pai deste nosso José Amaro (28) é irmão do Aniceto Nunes (9088) que dá origem à maioria dos Nunes de Campelos, ou seja Nunes e Amaros, inicialmente eram primos direitos. Sendo assim ainda hoje parentes, embora mais distantes.
Mas voltemos ao nosso José Amaro (28), casou em 1836 com Maria Clementina (29) nascida em Campelos, filha de Manuel Monteiro (129) e de Joanna Maria (130), tiveram pelo menos 10 filhos, em Campelos, entre 1839 e 1858, e conhecem-se 21 netos, todos nascidos no Casal Vale Pereiro, Campelos.
A outra linhagem, predominante na Cabeça Gorda, o apelido tem origem num nome próprio, o de Amaro José Henriques (2200), natural de Pragança, Lourinhã, Casou com Maria Martins (2278) nascida em 1803 na Cabeça Gorda, cuja mãe também Maria Martins (1001) nascera na Amieira Grande, da família dos Lopes.
O casal Amaro José Henriques e a Maria Martins tiveram pelo menos 7 filhos, na Cabeça Gorda entre 1830 e 1844, e conhecem-se 28 netos, nascidos na Cabeça Gorda e na Carrasqueira.
23 - Vicente:
Este apelido, na freguesia de Campelos, tem pelo menos 3 origens, dois são de nomes próprios, vêm de Vicente Ribeiro (2153) e de Vicente Faustino (1593), estes predominam em Campelos, o outro vem de Jacinto Vicente (8340), e existe mais na Cabeça Gorda e suas proximidades.
Vamos então ver cada um deles, começando pelo Vicente Ribeiro (2153), que é também o que vem mais de trás, este nosso antepassado é contemporâneo das invasões francesas, vivia em Vila Facaia, casou duas vezes, e deve ter morrido novo, pois foi pai em 1810, e morreu em 1815. Um dos seus filhos, o Manuel Vicente (1580) casou 3 vezes, duas das quais com esposas dos Casais do Rijo, tendo vivido sempre em Vila Facaia, mas, vem dai depois a ligação de alguns descendentes com a nossa freguesia de Campelos, principalmente dos seus netos Joaquim Vicente (5202) e João Vicente (4279), ambos nascidos em Vila Facaia, respectivamente em 1872 e 1881. O João casou com a Maria da Conceição, dos Casais do Rijo, e o Joaquim que viveu com Maria Romana (5203).
O Vicente Faustino (1593), nasceu em 1880, filho de Manuel Faustino (1392) e de Maria Josefa (1401) dá origem ao apelido Vicente, com continuidade pelo lado varonil, nos seus filhos António, José, Manuel, e Vicente, este último por ter o mesmo nome que o pai teve que acrescentar “Junior”.
Na Cabeça Gorda e Carrasqueira o apelido Vicente provém de Florêncio Vicente (11537) temos pouca informação, sabemos somente de netos que ficaram com o apelido Vicente, e que terão nascido em finais do Sec XIX ou no inicio do Sec. XX.
Na Ribeira de Palheiros encontramos o Manuel Vicente (5353), nascido em 1915, filho de Francisco Jose Caseiro (3408) e de Gertrudes da Piedade (3407), não encontrámos nos seus ascendentes mais próximos o apelido Vicente, mas foi transmitido a filhos.
24 - Carreira:
Sabemos que o Antonio Carreira (2007), primeiro Carreira que surge na nossa base de dados, vivia na Quinta do Bom Sucesso, quando em 1903 se casou com Emília Gertrudes (467), era nascido em 1873, na freguesia de Atouguia da Baleia, filho de Manuel Carreira (2009) e Perpétua Maria (2010).
A Emilia Gertrudes (467) nascera em 1877, em Campelos, filha de Antonio Antunes (20) e de Gertrudes Emilia (21), e do seu casamento com o António Carreira (2007) nasceram pelo menos 8 filhos, entre 1905 e 1920, dos quais sabemos do casamento de 4, que habitaram em Campelos, Casais dos Carvalhos e Cabeça Gorda, conhecendo-se 21 netos.
25 - Diogo:
Na nossa base dados, de Campelos e terras vizinhas o apelido Diogo tem a sua origem do lado materno, é já no Sec. XX, com o casamento de Gertrudes de Jesus (4407), nascida em Campelos, filha de Manuel Rodrigues (Pissarra) (3669) e de Maria do Rosario (1022).
O casamento foi em 1919, com Manuel Nunes Diogo (4438), nascido em Monte Redondo, Torres Vedras, filho de Sebastião Nunes (4439) e de Eugenia de Jesus (4440), era esta que tinha o apelido Diogo, pois era filha de Francisco Diogo (11316), e de Maria Genoveva (11317).
Do casamento do Manuel Nunes Diogo (4438) com a Gertrudes de Jesus (4407), sabemos do nascimento de 10 filhos, entre 1919 e 1946, todos em Campelos, dos quais conhecemos o casamento de três, que tiveram, pelo menos cinco netos, nascidos em Campelos, Casal das Quintas e Vale da Tábua, mas é muito provável que sejam mais, pois a nossa pesquisa incidiu até 1945, data da criação da freguesia de Campelos.
Concluindo o apelido Diogo, em Campelos, tem a sua origem em Monte Redondo, Torres Vedras, a referida Eugenia era filha do Francisco Diogo, e neta de José Diogo, todos de Monte Redondo.
26 - Calixto:
O apelido Calixto, na área em estudo, é descendente de Calixto dos Santos ( 2039), que casou, com 25 anos, em Abril de 1897 com Maria Jesuina (1547), nascida 1875, em Campellos, filha de José Martins (449) e de Jesuina de Jesus ( 354),
O Calixto dos Santos (2039) terá nascido em 1872, pois no casamento tinha 25 anos, era exposto da antiga roda da vila de Torres Vedras.
Expostos eram recém nascidos abandonados, deixados numa roda, existentes em conventos e em Santas Casa da Misericórdia, normalmente ilegítimos, filhos de mães solteiras, ou de senhoras que não queriam que se soubesse desses filhos, que ficavam assim com filiação desconhecida, não se sabendo pois quem eram os pais. Quem deixava as crianças do lado de fora da roda ou de um cilindro, tocava a uma sineta, para que alguém do outro lado recolhesse a criança.
Do casamento deste nosso Calixto com a Maria Jesuina nasceram pelo menos 9 filhos, entre 1896 e 1920, o José Calixto (2756); a Maria da Piedade (2065); Isabelina Maria (2076); Joaquim Calixto (2064); Maximino Calixto (2071); Felicidade Maria (2937); Maria Isabel (2042); Carlos Santos (2040) e Jesuina de Jesus Santos (2041), dos quais sabemos de seis que se casaram, e conhecemos 22 netos, mas serão provavelmente mais, pois o nosso estudo incidiu até 1945, data da criação da freguesia de Campelos.
Numa outra família há também o apelido Calixto, penso que não é usual ser o último do nome, e são poucos, falamos dos descendentes de Calixto Zeferino (2771) há ligação familiar pelo lado materno, pois a mãe do Calixto Zeferino é irmã da Maria Jesuina (1547), a Adelaide de Jesus (495), que casou com o Zeferino dos Santos (2770), e talvez esteja aqui a ligação dos apelidos Calixto pois este Calixto dos Santos deve ter dado origem ao nome do sobrinho Calixto Zeferino.
Muitos dos expostos ficam com o apelido Santos, neste caso houve dois filhos, o Carlos e a Jesuina, esta última morreu em criança, e do Carlos não temos descendência.
27 - Zeferino:
O apelido Zeferino descende de Zeferino dos Santos (2770), nascido por volta de 1863, pois no casamento tinha 29 anos, sabemos que era exposto da roda da Santa casa da Misericórdia de Lisboa.
Expostos eram recém nascidos abandonados, deixados numa roda, existentes em conventos e em Santas Casa da Misericórdia, normalmente ilegítimos, filhos de mães solteiras, ou de senhoras que não queriam que se soubesse desses filhos, que ficavam assim com filiação desconhecida, não se sabendo pois quem eram os pais. Quem deixava as crianças do lado de fora da roda ou de um cilindro, tocava a uma sineta, para que alguém do outro lado recolhesse a criança.
O Zeferino dos Santos (2770) casou na Igreja de Santa Maria do castelo, de Torres Vedras em Janeiro de 1892, com Adelaide Jesus (495), que nascera em Campellos, em 1865, filha de José Martins (449) e de Jesuina de Jesus (354), era irmã da Maria Jesuina (1547), que casou com o Calixto dos Santos (2039), e talvez esteja aqui a origem de um dos filhos deste casal se ter chamado Calixto Zeferino (2771). Este nosso casal do Zeferino e da Adelaide residiram no Casal do Carregado, tiveram oito filhos, entre 1891 e 1907, o Calixto, já referido; Policarpa (2735); Laureano dos Santos (2788); Maria da Boa Hora (2809); Policarpa de Jesus (2810); António Santos (2879); José dos Santos (2868); e Beatriz Adelaide (2903), sabemos de sete que se casaram e continuaram descendência, conhecendo-se 35 netos, mas é quase certo que não estão todos, pois terminámos as pesquisas em 1945.
Há pois ligação pelo lado materno, entre as duas famílias que em Campelos usam o apelido Calixto, e coincidem também na origem nas rodas dos expostos, embora de locais diferentes.
Muitos dos expostos ficam com o apelido Santos, neste caso houve três filhos, o Laureano, o António, e o José, todos casaram e tiveram descendência que manteve o apelido Santos.
28 - Bento
Nas localidades em estudo, que lembramos são a área da Freguesia de Campelos, do Concelho de Torres Vedras e outras próximas da freguesia, e no período até 1945, o apelido Bento tem esmagadoramente duas origens.
Um dos ramos “Bento”, vem da Ponte do Rol, descendências de José Bento júnior (6291) filho de José Bento de Abreu (6292) e de Maria da Conceição (6293), que casou com Deolinda da Conceição (4128), que nascera em 1895, na Carrasqueira, Freguesia de Miragaia, Lourinhã, filha de Manuel Gabriel (3287) e de Lucinda Rosa (1083).
Não sabemos a data do casamento, pois terá possivelmente sido em data inferior a 100 anos, e como tal estes registos ainda não estão públicos, mas temos conhecimento que este casal José Bento Junior (6291) e Deolinda da Conceição (4128) tiveram pelo menos 8 filhos, nascidos na Carrasqueira entre 1914 e 1930, o Jorge Bento (6294), Sebastião Bento (1916), Francisco Bento (6429), Manuel (6548), Maria da Piedade Bento (6668), Joaquim Bento (6767), Maria da Conceição Bento (7041), e o José (7126)
O Outro ramo com apelido “Bento”, vem do Vilar, mas com origem em Vila Verde dos Francos, são descendentes de Vicente Bento (4485), nascido nesta última freguesia do concelho de Alenquer, casado com Leonor da Luz Nobre ( 4486), do Vilar, Cadaval.
Há pelo menos 3 filhos deste casal que vêm viver para estes lados, um casa em Campelos, outro na Ribeira de Palheiros e outro em Cabeça Gorda, são eles respectivamente:
1 - Pedro Bento (4484), que casou com Maria Justina (3237), nascida em 1903, em Campelos filha de José Martins Nunes (2567) e de Justina Rosa (2568), dos quais há pelo menos 6 filhos, nascidos em Campelos entre 1924 e 1939, com os nomes: Leonor, Hortense, Maria dos Prazeres, Lúcia, Rosalina, e Lucinda.
2 – José Bento (6614), que casou em 1922 com Maria da Piedade Silva, (5942) nascida em 1901, na Ribeira de Palheiros, filha de Custodio da Silva (4900) e de Luiza da Piedade (3430), deste casal sabemos de 5 filhos nascidos entre 1923 e 1938, com os nomes: Cristina da Piedade, Joaquim, Custodio, Amadeu, e José.
3 –
Alfredo Bento (6830), casou em 1929 com Maria da Piedade (6831), nascida em 1905, na Cabeça Gorda, filha de José Luis Ferreira (4130) e de Josefa da Piedade (4129), não se conhece descendência deste casal.
29 - Xavier:
O apelido Xavier, surge sobretudo nos Casais das
Campainhas, continuando a pesquisa será decerto possível recuar mais, mas como
demora a estar disponível na net mais livros da paróquia de Miragaia, a
informação que temos mais antiga deste apelido é de
António Xavier (1202) que
terá nascido na Ribeira de Palheiros em 1792, pois faleceu em 1871, na mesma
localidade com 79 anos. Casou com Domingas Maria (1203), e tiveram pelo menos 3
filhos o Francisco Xavier (12153), o José Xavier (1201) e o António Xavier
Júnior (2384), dos quais pelo menos 2 casaram e tiveram descendência, um na
Ribeira de Palheiros e outro nos Casais das Campainhas.
Com os restantes livros online, no sitio da DG Arquivos/ANTT, foi possível recuar mais um pouco nas pesquisas, encontramos o pai do António Xavier (1202), que é
Francisco Xavier (5926), nascido na Ribeira de Palheiros, em 1770, e teve mais dois irmãos com esse apelido, mas que se conheça só tiveram descendência de filhas, pelo que perderam o apelido Xavier. O mais estranho é este Francisco Xavier ser filho de Manuel Machado (9857) e de Barbara Maria (9858), e não encontrarmos nos seus ascendentes ninguém com o nome ou apelido Xavier.
O José Xavier (1201) casou com Joaquina da
Conceição (1185), tendo sido pais de pelo menos 9 filhos que nasceram entre
1859 e 1880, nos Casais das Campainhas, a Maria Joaquina (1204), o Manuel Xavier (3324), o Francisco Xavier (1205), a
Gertrudes da Piedade (1206), o Antonio Xavier (1207), a Joaquina da Conceição
(3365), o José Xavier (3437), a Mariana da Piedade (3574), e Justiniana da
Conceição (3739) dos quais pelo menos 8 casaram e tiveram descendência.
O António Xavier Júnior (2384) casou com Mariana da Conceição
(868), dos quais conhecemos 5 filhos, nascidos entre 1864 e 1874, na Ribeira de
Palheiros, o António (2385), a Maria da Conceição (3940), a Josefa da Piedade
(4129), a Delfina do Rosário (2571), e a Luiza da Piedade (3430), dos quais
pelo menos 4 casaram e tiveram descendência, mas na nossa base de dados, nenhum
tem o apelido Xavier, o que é normal, uma vez que nesta época já era normal
ficarem os apelidos do lado paterno
30 -Santos:
um apelido
com muitas origens nos Enjeitados ou Expostos
O
abandono de crianças em locais públicos, ou à porta de famílias com mais
condições económicas, praticava-se em Portugal e noutros países, será, em
principio a prática mais antiga e que prevaleceu mesmo depois de haver
instituições com locais próprios para receber crianças abandonadas.
Nos
concelhos de Torres Vedras e da Lourinhã começam a surgir baptismos de crianças
enjeitadas durante o século XVII, poucos neste século, mas como em todo o País,
vai aumentando até meados do século XIX.
Pina
Manique, relembra em 1783, que cabe às Câmaras criarem condições e assumirem o
encargo com as crianças enjeitadas, ordenando a criação de Rodas dos Expostos
em todas as Vilas.
A Roda era um cilindro giratório de madeira,
eixo vertical, dividido ao meio, e aberto dos dois lados, ou com portas para o
abrir, inserida numa parede da Casa, com acesso externo. O mais semelhante hoje
existente são as portas rotativas em portas de hotéis, ou outros
estabelecimentos.
As
Rodas estavam em casas preparadas para receber as crianças, sempre com uma
mulher, conhecida por Rodeira, preparada para receber e cuidar do bébé,
depositando-a na Roda, tocava-se a sineta e do outro lado vinham recolhe-la,
mantendo-se o total anonimato.
Cada
Casa da Roda tinha os seus procedimentos, e regulamentos, que definiam o seu
funcionamento.
Para
muitos pais a entrega dos filhos na Roda não era um abandono, mas uma entrega
temporária, assim o escreviam nos escritos que acompanhavam as crianças, mas
devido à mortalidade e à continuidade das dificuldades de vida esse desejo fica
muitas vezes por realizar.
Para o Oeste vieram milhares de
crianças expostas na Roda de Lisboa, para serem criadas por amas desta região,
muitos por aqui continuaram a viver, casaram, constituíram família e deixaram
descendentes.
A casa da Roda de Torres Vedras
começou a funcionar em 1788, junto à Igreja de Santiago.
No livro “Os Expostos da Roda de
Lisboa, Percursos de vida na Lourinhã e em Torres Vedras”, descrevemos o que
sabemos da vida dos seguintes expostos com o apelido Santos, com muita
descendência na freguesia de Campelos e terras próximas:
Carlos Santos
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Dagoberto dos Santos
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Daniel dos Santos
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Fabrício dos Santos
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Félix dos Santos
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Leopoldo dos Santos
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Lucas dos Santos
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Zeferino dos Santos
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31 - Andrade
Na área da freguesia de Campelos predomina um dos dois ramos do apelido Andrade, que nos chegaram até 1945, data em que tentámos efectuar o levantamento de todos os registos paroquiais.
o ramo com menos pessoas, que residiram por Casais do Rijo e Campelos, em que os últimos que temos na nossa base de dados são: Manuel Andrade (262), José Andrade (785), e Luís Andrade (465), nascidos em Campelos entre 1817 e 1830, só temos um descendente que manteve o apelido, que foi residir para Vila Facaia. Estes eram descendentes de uma família que veio do concelho de Guimarães e se fixou na Marteleira, por volta de 1715, o Rosendo de Andrade, casou com Mariana Henriques, desta última localidade, e foram pais de pelo menos 11 filhos.
Com maior representatividade estão os Andrade moradores em Casalinho das Oliveiras, são descendentes de Lúcio Ferreira de Andrade, natural de S. Bartolomeu, Lourinhã, que casou em 5/11/873 com Perpétua Maria (870), natural dos Casalinhos das Oliveiras, ambos viúvos, onde ficaram a residir, e foram pais de pelo menos 3 filhos, entre 1874 e 1882, Manuel Lúcio (2141), António Lúcio (2142), e Severino Lúcio (2143).
Só os filhos de Severino Lúcio recuperaram o apelido Andrade, os filhos dos seus irmãos mantiveram o apelido Lúcio,
Assim grande parte das pessoas desta localidade com um destes apelidos são descendentes da mesma pessoa, o Lúcio Ferreira de Andrade (2135).
Este Lúcio nasceu como vimos em S. Bartolomeu, em Março de 1823, filho de outro Lúcio Ferreira de Andrade (2136), nascido na mesma terra em 1787, e de Mariana da Conceição, natural da Bufarda, É neto de António de Andrade Madeira, natural de S. Bartolomeu, e de Maria da Encarnação de S. José, natural da Encarnação, Mafra. É bisneto de Filipe de Andrade Madeira, natural da Vila de Óbidos, e de D. Maria Joaquina Rosa, natural do Toxofal de Baixo, Lourinhã.
Na nossa base de dados temos 133 pessoas descendentes do Lúcio Andrade que veio para os Casalinhos de Oliveiras.